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Entre 60.000 a 80.000 refugiados do regime nazi, maioritariamente judeus, terão sido salvos pela intervenção de diplomatas portugueses durante o período da II Guerra Mundial. Os dois diplomatas portugueses em Budapeste durante esta altura, o  Embaixador Sampaio Garrido e o Encarregado de Negócios Carlos Branquinho, também participaram neste processo ao permitirem a fuga de mais de mil húngaros, na maioria judeus, destinados aos campos de concentração. 

No local na antiga Embaixada de Portugal (atualmente, toda esta área foi ocupada pelo Hotel InterContinental) estão placas evocativas dos diplomatas portugueses, colocadas em 1998, aquando de uma visita a Budapeste de António Guterres, então Primeiro-Ministro.

A poucas centenas de metros destas placas, recordam-se os homens e mulheres assassinados pelo poder nazi nos dias anteriores à chegada do exército soviético a Budapeste: sapatos por eles deixados à beira do Danúbio, para onde foram atirados depois de executados a tiro.

Pode conhecer melhor Sampaio Garrido e Carlos Branquinho na exposição online Vidas Poupadas

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